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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 25



E como o mundo não acabou como muitos queriam ou esperavam começamos a contagem regressiva para 2013!!





segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 24

Façamos um Brinde ao...

Natal





Desejo a todos um Feliz e Abençoado Natal! Abençoado porque acredito no Deus Santo, Todo-Poderoso, mas cheio de amor revelado nos textos sagrados cristãos. 
 
Nenhum argumento humano conseguiu me convencer a abandonar a fé no Deus do cristianismo. Para mim, não há como entender tudo isso que nossos olhos veem sem a interferência criadora e organizada de um Deus grandioso, criativo, inteligente e cheio de amor.
 

Para quem crê, o Natal é um acontecimento ímpar, demonstração inigualável de um amor incondicional, que comove, mas que tem o poder de transformar vidas e realidades, produzindo sentido e paz.
 

O Natal cristão, por causa do amor, liberta e, como num paradoxo, compromete e responsabiliza com a causa do amor. Na tolerância compassiva do amor vai semeando as ideias do Menino-Deus, nascido em Belém, ofertando perdão, paz e vida.
 

Que nós cristãos saibamos celebrar o Natal na dignidade que o acontecimento merece, pois lá está a Luz, o Sentido, a Esperança, que nos faz viver.
 

Feliz e Abençoado Natal a todos! Aos que creem e aos que ainda não creem.
(Elton Zilke) 


 

domingo, 23 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 23

Esse é meu irmão. Papai Noel Oficial da Carris, empresa de ônibus de Porto Alegre.



E a materia do lançamento do ônibus em 2012.

Papai Noel dirige ônibus em Porto Alegre

Veículo foi adaptado pela Carris com decoração especial nataliana

Papai Noel dirige ônibus em Porto Alegre 
Crédito: André Ávila
Se você entrar em um ônibus da Carris em Porto Alegre até o dia 6 de janeiro e se deparar com o Papai Noel na direção e a Mamãe Noel na roleta, não se assuste. Essa realmente será uma viagem especial. Eles deixaram as renas de lado e, para espalhar o espírito natalino, embarcaram num ônibus.

Essa é a ideia da ação que integra os festejos de Natal promovidos pela Carris. Depois de ser apresentado, na manhã desta segunda, o veículo começou a circular pelas ruas e avenidas da cidade atendendo às linhas da empresa. Para criar um ambiente ainda mais condizente com a época, o ônibus foi adaptado, recebendo uma decoração especial, em tom vermelho. 

No comando do volante está Helmut Kubbe Júnior, que há 13 anos neste período do ano deixa de lado o uniforme e se transforma no símbolo máximo do Natal. “É uma alegria compartilhada. Faz bem aos passageiros e para mim. Têm aqueles dias que as pessoas ficam um pouco mais tristes e a gente consegue com bom humor melhorar o dia dela. Esse é o espírito natalino”, comentou ele.

A sua parceira na iniciativa é a cobradora Patrícia de Souza, que está na função pelo terceiro ano. Segundo a dupla, o clima natalino modifica o dia dos passageiros. “É impossível não abrir um grande sorriso ao ver o Papai Noel na direção do ônibus”, comentou Patrícia. Para ela, essa atividade é uma maneira também de renovar as energias.


Veículo foi adaptado pela Carris com decoração especial nataliana | Foto: André Ávila

O sentimento dela faz sentido. Ao viajar brevemente dentro do ônibus é possível acompanhar as manifestações do lado de fora. São crianças acenando e motoristas buzinando para chamar a atenção do motorista. “Com calma dá para acenar e dirigir com tranquilidade”, afirmou ele, reconhecendo que a maior sorte é que o veículo tem ar-condicionado. “Com esta roupa toda, no verão de Porto Alegre, não é muito fácil”, brincou ele, ao distribuir balas a algumas crianças que pararam para assistir o lançamento do projeto, que ocorreu no Largo Glênio Peres, junto ao Mercado Público.

Para o presidente da Carris, Sérgio Zimmermann, essa é uma maneira de ampliar a interação entre usuários e passageiros e, ao mesmo tempo, também, estimular esse momento de confraternização. Ele lembrou que as comemorações na empresa começaram no final de semana, quando foi feita atividade com os filhos dos funcionários.

A ação é desenvolvida há mais de uma década e busca levar o espírito natalino aos passageiros o espírito natalino. Para promover a ação, a Carris conta com parceiros. O veículo foi adesivado pela Ativa e patrocinado pelo supermercado BIG.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 22


Natal Informatizado

Dê um CLIQUE DUPLO neste NATAL!
ARRASTE JESUS para seu DIRETÓRIO PRINCIPAL.
SALVE-O em todos SEUS ARQUIVOS PESSOAIS.
SELECIONE-O como seu DOCUMENTO MESTRE.

Que Ele seja seu MODELO
para FORMATAR sua vida:
JUSTIFIQUE-a e ALINHE-a
À DIREITA e À ESQUERDA,
sem QUEBRAS na sua caminhada.

Que Jesus não seja apenas
um ÍCONE, um ACESSÓRIO,
uma FERRAMENTA, um RODAPÉ,
mas o CABEÇALHO,
a LETRA CAPITULAR,
a BARRA DE ROLAGEM de seu caminhar.

Que Ele seja a FONTE da graça
para sua ÁREA DE TRABALHO,
o PAINTBRUSH para COLORIR seu sorriso,
a CONFIGURAÇÃO de sua simpatia,
a NOVA JANELA para VISUALIZAR
o TAMANHO de seu amor,
o PAINEL DE CONTROLE,
para CANCELAR seus RECUOS
COMPARTILHAR seus RECURSOS e
  ACESSAR o coração de suas amizades..

COPIE tudo que é bom
DELETE seus ERROS.
Não deixe à MARGEM ninguém,
ABRA as BORDAS de seu coração,
REMOVA dele o VÍRUS do egoísmo.

Antes de FECHAR,
Coloque JESUS nos seus FAVORITOS
e seu Natal será o ATALHO
de sua felicidade!
CLIQUE agora em OK
para ATUALIZAR seus CONTEÚDOS!

Feliz Natal

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 20

Meu Natal tinha o Menino Jesus e um burrinho. Pra que Papai Noel?

Por Ari Riboldi *
Nasci, na década de 1950, em zona de colonização italiana, no interior o Rio Grande do Sul. Sou o quarto filho de uma família de nove irmãos. Meu pai é o último dos quinze irmãos de uma família de emigrantes. Conforme a tradição, ele ficou morando na casa dos pais, para ampará-los na velhice. Só conheci a minha avó paterna, Sabina, chamada Pina. Ela contava as aventuras da longa travessia do oceano, da Itália até o Brasil, que teria durado seis meses, e outras histórias de confrontos com bugres, os índios que habitavam aquelas regiões.

A casa, bem simples, de madeira rústica de pinheiro, ficava no meio do mato, mas já havia muitas árvores frutíferas ao redor, como laranjeiras e bergamoteiras. A cozinha era separada da parte da casa onde havia os quartos de dormir. Tratava-se de um costume, uma vez que não existia, ainda, fogão a lenha, apenas uma lareira improvisada de barro, o que evitava incêndios nas moradias. Não havia separação entre a vida dos adultos e das crianças. As tarefas eram feitas em conjunto, nas lidas domésticas e na roça, cada um com responsabilidades compatíveis com a idade e a força.

Não pensem em fazenda. Era um pedaço de terra adquirido do Governo, pago em dinehiro ou em troca de trabalho na abertura de estradas. Cultiva-se basicamente milho e trigo, que forneciam a farinha da polenta e do pão. Um pequeno parreiral dava a uva para o vinho do ano inteiro, bebida de todas as refeições para os adultos. Ter o direito de tomar vinho correspondia a um ritual de passagem da vida de criança para a de adulto. Tudo era feito manualmente. Por isso o elevado número de filhos. Cada um representava mais uma enxada, um machado, uma foice, um facão... A cada ano, derrubava-se mais um pedaço de mato para ampliar a área de cultivo. Uma junta de bois puxava o arado. Uma parelha de mulas servia para puxar a carroça até a cidade e fazer a troca de produtos, nas casas de comércio. Raramente usava dinheiro. Creio que somente quando eram vendidos alguns porcos gordos para os frigoríficos.

De manhã, eu ia à escola a pé com meus irmãos, longe três quilômetros. Além da sacola de pano com o caderno e o lápis, carregava um litro de leite de vaca ainda quente, recém ordenhado pela mãe. Em prédio anexo à escolinha rural, morava um casal de professores que vinha da sede municipal e passava ali a semana lecionando. O leite garantia o seu café matinal. 

Não havia luz elétrica. À noite, usava-se lampião com querosene. Sem luz, sem rádio, televisão nem pensar, sem jornal, as notícias chegavam por meio de mascates que iam de casa em casa vendendo produtos, medicamentos,  ou em conversas com algum comerciante que já possuía rádio. Eles diziam: “Deu no rádio”. Passava a ser a informação do mundo, verdadeira e única.

Eu nunca ouvi qualquer história sobre o Papai Noel e seu trenó, puxado por renas, do Polo Norte, vindo sobre a neve com o saco de presentes. Essa figura não existia naquele meio. O bom velhinho de barba branca e vestes vermelhas jamais andou por lá. Na minha infância e de tantas outras pessoas, no meio rural, quem trazia os presentes era o Menino Jesus. Passava de casa em casa, com seu burrinho, deixando-os para as crianças que, ao longo do ano, tinham sido bem comportadas e obedientes. Embaixo do pinheirinho, ao lado do rústico presépio armado na sala, com as figuras do Menino Jesus, Maria, José, pastores, ovelhas, vacas, o chão forrado com barba-de-bode, cada um colocava o seu chapéu de trança de palha de trigo, e dentro dele grãos de milho ou um punhado de capim verde. Era o alimento para o burrinho recuperar forças e prosseguir a longa caminhada. Por recomendação dos pais, na noite de Natal, íamos bem cedo dormir. E nada de ousar levantar durante a noite. Poderia assustar o burro que iria embora sem que o “Bambin”, bebê, nome do Menino Jesus no dialeto vêneto, tivesse tempo para deixar os presentes.  No dia seguinte, no chapéu, encontravam-se os presentes, geralmente bolas de goma (uma borracha vermelha) para os meninos e bonecas para as meninas, mais algumas miniaturas de animais feitos com açúcar branco e colorido. Os grãos de milho e o capim não estavam mais lá. Depois do encantamento com os presentes, corria-se à frente de casa para ver as marcas – diligentemente providencias pelo pai - deixadas pelas ferraduras das patas do burrinho.

Assim era o meu Natal. Mais tarde, fui para a cidade estudar e comecei a ouvir falar e a ler sobre o Papai Noel e sua fábrica de presentes. Hoje, o Menino Jesus desapareceu. O bom velhinho tomou conta de tudo. Natal é sinônimo de Papai Noel e de presentes, no campo e na cidade. De modo particular, nos shoppings, os santuários do consumismo. Guardo, porém, boas lembranças do burrinho. Imagino vê-lo, de casa em casa, com o Deus Menino e seus presentes. Parece combinar mais com o espírito natalino, especialmente no campo. Apenas nostalgia. O Papai Noel, mesmo no nosso país tropical, sem frio e sem neve, tomou conta de tudo, fruto do marketing e do exacerbado consumismo.

* Professor, escritor e colunista do PortoWeb.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 19

Aprenda a desejar um feliz natal aos que estiverem ao seu redor nessa data tão especial, sejam eles japoneses, gregos, franceses, russos, tailandeses...

África: Rehus-Beal-Ledeats
Arábia: Idah Saidan Wa Sanah Jadidah 
Argentina: Feliz Navidad 
Armênia: Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand 
Brasil: Boas Festas e Feliz Ano Novo
Bulgária: Tchestita Koleda; Tchestito Rojdestvo Hristovo 
Chile: Feliz Navidad 
China: (Cantonese) Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun
Colômbia: Feliz Navidad y Próspero Año Nuevo
Croácia: Sretan Bozic
Holanda: Vrolijk Kerstfeest en een Gelukkig Nieuwjaar!
EUA, Inglaterra e países de lingual inglesa: Merry Christmas

França: Joyeux Noel
Grécia: Kala Christouyenna!
Hungria: Kellemes Karacsonyi unnepeket
Indonésia: Selamat Hari Natal
Iraque: Idah Saidan Wa Sanah Jadidah
Irlanda: Nollaig Shona Dhuit, or Nodlaig mhaith chugnat
Itália: Buone Feste Natalizie
Japão: Shinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto
Coréia: Sung Tan Chuk Ha
Latim: Natale hilare et Annum Faustum!
Lituânia: Linksmu Kaledu
Macedônia: Sreken Bozhik
Noruega: God Jul, ou Gledelig Jul
Papua Nova Guiné: Bikpela hamamas blong dispela Krismas na Nupela yia i go long yu
 

Peru: Feliz Navidad y un Venturoso Año Nuevo
Filipinas: Maligayan Pasko!
Polônia: Wesolych Swiat Bozego Narodzenia ou Boze Narodzenie
Portugal: Feliz Natal 
Romênia: Sarbatori vesele 
Rússia: Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva is Novim Godom 
Sérvia: Hristos se rodi 
Slovaquia: Sretan Bozic ou Vesele vianoce 
Tailândia: Sawadee Pee Mai
Turquia: Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun
Ucrânia: Srozhdestvom Kristovym 
Vietnam: Chung Mung Giang Sinh 
Yugoslavia: Cestitamo Bozic 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 18

O verdadeiro significado do Natal


O clima do Natal ainda aquece os nossos corações. Na vida e no coração de muitos, infelizmente, a comemoração do Natal tem sido sistematicamente deturpada para satisfazer o enriquecimento do mundo dos negócios. A finalidade real do Natal, a maravilhosa mensagem que ele traz, as suas implicações eternas, o grande e sublime mistério de Deus encarnado são enriquecidos.

O Natal só pode ser entendido em toda a sua dimensão quando Jesus recebe um lugar prioritário em nosso coração. quando a pessoa entende que a vinda de Cristo trouce à luz escuridão causada pelo pecado, quando abrimos os nossos olhos para o engano provocado pelas mentiras que o Diabo insiste em nos contar, entendemos que o Natal não é apenas um feriado, mas um dia sagrado.

O Natal só pode ser totalmente compreendido sob a visão da cruz erguida no Calvário de sofrimentos, ou diante da surpresa e da alegria dos discípulos à beira da sepultura vazia, ou do privilégio de assistir à ascensão de Cristo.

Para todos os que conhecem a Jesus Cristo, o Filho de Deus, a celebração do Natal não acabou, mas continua trazendo a grata felicidade, ao passo que para outros, tudo não passa de uma festa como qualquer outra que termina em poucas horas.

O nascimento de Jesus não foi um simples acontecimento da história. Foi a vinda triunfante de Deus ao mundo, em carne, ossos e sangue para viver ao lado de suas criaturas. Infelizmente, muitos comemoram o nascimento de Cristo sem conhecer o aniversariante. Por isso, aqueles que seguem o Salvador Jesus devem proclamar o verdadeiro significado do Natal.

(Rev. Paulo K Jung - Devocionário Cinco Minutos com Jesus)


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 17

Símbolos de Natal

Presentes
 
Presentear é tão antigo quanto a própria humanidade. É uma reação que acompanha importantes rituais em todas as sociedades. Os pagãos presenteavam as divindades, e nós presenteamos nos aniversários, casamentos, formaturas... e por ocasião do Natal. O presente natalino é uma tradição que tem raízes cristãs, inspiradas na visita dos reis magos, que levaram oferendas ao Menino Jesus. Melchior, Gaspar e Baltasar lhe ofereceram ouro, incenso e mirra, e nós oferecemos presentes aos familiares e amigos. É uma expressão silenciosa de nosso bom sentimento para com eles. Para muitas pessoas, esta época é marcada pelo consumismo. O costume de colocar presentes sob as árvores de Natal começou durante o reinado de Elizabete I, filha de Henrique VIII, na Inglaterra, no século XVI. Ela promovia festas natalinas e recebia muitos presentes. Como era praticamente impossível receber diretamente todos os presentes que lhe eram dados, adotou-se o costume de deixá-los sob uma grande árvore natalina, montada nos jardins do palácio. Deus nos deu o maior e melhor de todos os presentes: Jesus Cristo. Sejamos também um verdadeiro presente para as pessoas!



domingo, 16 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 16

Símbolos do Natal


Bolas coloridas
É o enfeite tradicional da Árvore de Natal. Existem em várias cores, e geralmente são feitas de vidros. Representam os frutos da árvore, que é Jesus. São os talentos, os dons, as boas ações, o amor, o perdão, a esperança e a compreensão. Nossas atitudes sãos os frutos de nossa vida; como as bolas, refletem o que somos. Elas também simbolizam as graças que diariamente recebemos. A cada ano se desgastam no brilho, mas estarão cada vez mais cheias de lembranças e emoções acumuladas.


Sinos
Os sinos emitem sons agradáveis e audíveis à distância, e são tocados em ocasiões geralmente festivas. Fazem parte do campanário das igrejas e também têm uso particular. Servem para enviar mensagens pelo ar. De modo geral, seu toque é festivo. Tocado por ocasião do Natal, nos lembra o fato de termos um Salvador que e fez homem, habitou entre nós e partiu deixando sua mensagem de amor e paz.





Estrela
É usada na ponta da Árvore de Natal para nos lembrar da Estrela de Belém, que guiou os reis magos até a manjedoura de Jesus. Tem quatro pontas, representando o norte, o sul, o leste e o oeste. A misteriosa Estrela de Belém é citada na Sagrada Escritura em Mateus, capítulo 2, versículos 2, 9 e 10 (Mt 2, 2.9.10). É sempre usada como símbolo de alegria, de guia, para despertar e atrair. A estrela é luz permanente. Representada com cinco pontas lembra o ser humano: braços e pernas esticadas e a cabeça, onde está a vontade. Também é encontrada com seis pontas, que é sinal de paz.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 15

A Verdadeira História de Papai Noel - Parte III


O PAPAI NOEL BRASILEIRO
 No Brasil, Papai Noel recebeu seu nome por influência de seu correspondente francês (Père Nöel), e possui características mais próximas ao São Nicolau europeu do que ao Santa Claus norte-americano, pela falta de laços culturais do povo brasileiro com figuras mitológicas como elfos e duendes. Nosso Papai Noel possui, também, uma atitude mais punitiva e severa do que seus pares da Europa e dos Estados Unidos, devido à simbiose do “bom velhinho” com uma figura mitológica presente na cultura de quase todas as regiões brasileiras: o “velho do saco” – um mendigo que rapta crianças desobedientes e mentirosas.
Estas características vêm recebendo, por parte da mídia brasileira, tentativas tímidas, mas persistentes, de alteração, buscando dar espaço a um Papai Noel mais tropical, em oposição à figura nórdica, que nada tem a ver com nosso clima.
E nosso contexto sócio-econômico e político têm, também, influenciado a imagem do doador de presentes natalinos... O Papai Noel brasileiro anda, a cada ano, mais magro e pobretão – mesmo trabalhando com computador – e extremamente paranóico com sua segurança pessoal, conforme atestam estas imagens...!
 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 14 - Sexta Musical

Então é Natal - Simone



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 13

A Verdadeira História de Papai Noel - Parte II


DE SÃO NICOLAU À SANTA CLAUS

Os primeiros europeus que chegaram à América trouxeram consigo a figura de St. Nicholas. Vikings dedicaram a ele a catedral erguida na Groenlândia e Colombo denominou “St. Nicholas” um porto haitiano, em seis de dezembro de 1492.
Na Europa, entretanto, a figura de St. Nicholas perdeu alguma popularidade durante a Reforma Protestante do século XVI, que apagou o brilho dos santos. Mas, mesmo com os reformadores e contra-reformadores tentando excluir das tradições cristãs os costumes relacionados a St. Nicholas, o sucesso deste movimento foi de pequena duração. (Na Contra-reforma, a igreja romana procurou transferir a característica de doador de presentes de St. Nicholas ao Menino Jesus, passando a data de tal tradição para 25 de dezembro, costume que acabou se implantando mais fortemente nos países de cultura hispânica). Em solo europeu, somente na Inglaterra, as tradições populares religiosas do Natal foram alteradas permanentemente. Na Europa continental, o amor do povo comum a St. Nicholas sobreviveu e as pessoas continuaram a colocar nozes, maçãs e doces nos sapatos ao lado das camas, nos parapeitos das janelas e sob as lareiras.
Os colonos que vieram para a América no período pós-reforma eram, principalmente, puritanos e outros protestantes, que não trouxeram as tradições de St. Nicholas ao Novo Mundo. Mas após a Revolução Americana, os nova-iorquinos recordaram, com orgulho, suas raízes holandesas quase esquecidas. John Pintard, patriota e antiquário influente, fundou a sociedade histórica de New York em 1804 e promoveu St. Nicholas a santo-patrono da sociedade e da cidade. Em janeiro de 1809, Washington Irving juntou-se à sociedade e, no Dia de St. Nicholas daquele ano, publicou uma história fictícia e satírica a respeito do bispo, enfatizando tanto o caráter alegre de Nicholas, que acabou tornando-o semelhante a um elfo holandês, com um cachimbo de barro. 
Em 1823, um poema de um professor universitário, Clement C. Moore, enalteceu a aura mágica que Irving havia criado para a personagem, trocando o cavalo branco por renas que puxavam um trenó. Posteriormente, outros artistas e escritores continuaram transformando St. Nicholas no duende Santa Claus (uma natural alteração fonética do alemão Sankt Niklaus ou do holandês Sinterklaas) e ao longo do século XIX, ele teve diferentes tamanhos, vestimentas e expressões, desde um gnomo jovial até um homem maduro de aspecto severo. Em 1862, o desenhista norte-americano de origem alemã Thomas Nast realizou a primeira ilustração de Santa Claus descendo por uma chaminé, embora ainda tivesse o tamanho de um duende.
Pouco a pouco, ele começa a ficar mais alto e barrigudo, ganhar barba e bigode brancos e a aparecer no Pólo Norte, sempre acompanhado de seu onipresente charuto de barro. Por volta do final da década de 1920, um Santa Claus padrão, em um terno vermelho feito sob medida, estava emergindo do trabalho de N. C. Wyeth, do normando Rockwell e de outros ilustradores populares. 
E em 1931, Haddon Sundblom iniciou um trabalho de trinta e cinco anos de propagandas da Coca-Cola que popularizaram e estabeleceram definitivamente a imagem do “bom velhinho” como um ícone da cultura comercial contemporânea. Este sucesso comercial levou o norte-americano Santa Claus a ser exportado para o mundo todo, ameaçando superar, em popularidade, o St. Nicholas europeu, que manteve sua identidade como bispo e como santo cristão.
Foi uma longa viagem, desde o Bispo de Myra do século IV, que evidenciou sua obediência e devoção a Deus através de gestos extraordinários de bondade e generosidade, ao alegre e comercial Santa Claus da América de nossos dias.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 12

A Verdadeira História de Papai Noel - Parte I


SÃO NICOLAU

A verdadeira história de Papai Noel começa com Nicholas Taumaturgo, que nasceu durante o terceiro século da era cristã (280 d.C.), na vila de Patara, um movimentado porto na época pertencente à Grécia e hoje integrando a costa sul da Turquia. Seus pais, cristãos devotos e muito ricos, morreram em uma epidemia, quando Nicholas era bem jovem. Obedecendo às palavras de Jesus: “vende tudo que tens, dá-o aos pobres” (Lucas 18:22), Nicholas usou sua herança inteira para ajudar aos necessitados, doentes e aqueles que sofriam algum tipo de carência. Dedicou sua vida ao serviço de Deus e foi ordenado, ainda jovem, Bispo de Myra. O bispo Nicholas tornou-se muito conhecido por toda aquela região, por sua generosidade, pelo amor aos necessitados e às crianças e por seu interesse por navios e pela vida dos marinheiros no mar.
Sob o governo do imperador romano Diocleciano, que perseguiu rudemente os cristãos, o bispo Nicholas muito sofreu pela sua fé, exilado e aprisionado. Depois de sua libertação, Nicholas participou do Concílio de Nicéia, em 325. Morreu em seis de dezembro de 343, em Myra, e foi enterrado em sua igreja. O aniversário de sua morte transformou-se em um dia de celebração em quase todos os países da Europa.
Com o passar dos séculos, muitas histórias foram criadas ao redor de sua vida e de seu caráter extraordinariamente compassivo, mostrando-o sempre como protetor e auxiliador daqueles em situação de dificuldade, necessidade ou perigo. Uma destas histórias, conta que um homem pobre, com três filhas para casar, não tinha como prover-lhes o necessário dote. (Naquela época, quanto maior o dote, maiores eram as chances de uma jovem encontrar um bom marido e sem um dote de valor era improvável uma mulher conseguir se casar. Assim, as filhas de pais pobres acabavam sendo vendidas como escravas.) Misteriosamente, em três diferentes ocasiões, um saco de ouro apareceu, pela manhã, na casa deste pobre homem, lançado por uma janela aberta e encontrado ao lado de meias e sapatos, ali colocados para secarem. Esta história originou o costume de crianças, ao redor do mundo, deixarem meias e sapatos junto a janelas, à lareira ou ao pé da cama, aguardando presentes.
Centenas de histórias semelhantes contam que Nicholas, orando a Deus, ressuscitou crianças assassinadas, salvou outras seqüestradas, obteve a libertação de acusados inocentes, proveu alimento a pessoas indigentes e praticou muitos outros atos de bondade, sempre em segredo e no anonimato. Estas histórias, que enaltecem sua abnegação e extrema generosidade, fizeram com que Nicholas seja venerado por católicos e ortodoxos (para os quais ele é patrono de mais de cem diferentes classes de pessoas), e honrado por protestantes.
Comemorado extensamente na Europa, o dia da festa do St. Nicholas, em seis de dezembro, manteve vivas as histórias de sua bondade e compaixão. Na Alemanha e na Polônia, meninos vestidos como bispos, pedem esmolas para distribuírem aos pobres. Nos Países Baixos e na Bélgica, St. Nicholas chega numa carruagem aberta, puxada por um cavalo branco, distribuindo presentes. As crianças holandesas deixam cenouras e feno para o cavalo do santo, em seus sapatos, na véspera do dia seis de dezembro, esperando que ele os troque por doces e brinquedos. Desta forma, a ênfase nos presentes acontece no início do Advento, preservando o foco do Natal para o Menino Jesus.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 11

Símbolos de Natal


Cartões de boas festas
Surgiram, segundo alguns, em 1843, para outros em 1845, época mais aceita, havendo ainda referências ao ano de 1853. Foram criados por um artista plástico inglês, por encomenda de Sir Henry Cole. Este, diretor do Museu Britânico, percebeu que não teria tempo para escrever à mão as felicitações natalinas, que eram moda na época, e mandou fazer um desenho natalino com um espaço onde escrevia breves palavras.


Luzes
Cintilam simbolizando o fogo da vida eterna e saúdam a festa do sol, a vinda de uma nova era. As velas na Árvore de Natal, por serem perigosas, foram substituídas pelos pisca-piscas que decoram as árvores dos jardins e das ruas, as fachadas das residências, das lojas... dando alegria e causando admiração nas pessoas.


Flor do Natal
Euphorbia pulcherrima, flor-de-papagaio ou espírito santo, possui brácteas vermelhas e
folhas bem verdes. É decorativa, ilustra cartões natalinos. Foi encontrada no México em 1828 e depois introduzida na América Latina. Conta-se que uma humilde camponesa desejava oferecer um presente ao Menino Jesus e não tinha o que dar. Surge um anjo e lhe sugere que leve uma planta que existia junto à estrada. Feliz, ela vai entregá-la ao Menino Jesus. As pessoas que presenciavam a cena começaram a rir da pobre senhora, que começou a chorar. Suas lágrimas, ao caírem sobre as folhas, as tornaram vermelhas, para espanto de todos. A poinsettia ou espírito santo é uma planta que, exposta ao sol, é verde. Se estiver à sombra torna-se vermelha: é fato científico.

Cores
O verde e o vermelho são cores dominantes no Natal. O verde é renovação, esperança, regeneração. O verde das plantas capta a energia solar e pelo processo de fotossíntese a transforma em energia vital. O vermelho está ligado ao fogo e ao poder, tanto que aquecer como de destruir, e também ao amor divino. O dourado também é utilizado, e está associado ao sol, à luz, à sabedoria e principalmente a luz da Ressurreição de Cristo, como uma espécie de transformação do material para o espiritual.


Cânticos natalinos
A época natalina sempre é alegrada com cantigas típicas. As primeiras datam do século IV, sendo Jesus refulsit omninum, de S. Hilary Poitiers. Depois as melodias se tornaram mais alegres, e até hoje a mais famosa é Silent Night, ou Noite Feliz, de Joseph Mohr e Franz Gruber, escrita em 1818.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 10

Símbolos do Natal



Coroa do Advento ou Guirlanda 

Origem:  
A Coroa de Advento tem a sua origem em uma tradição pagã européia. No inverno, se acendiam algumas velas que representavam ao "fogo do deus sol" com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltasse. Os primeiros missionários aproveitaram esta tradição para evangelizar as pessoas. Partíam de seus próprios costumes para ensenhar-lhes a fé. Assim, a coroa está formada por uma grande quantidade de símbolos:

A forma circular: O círculo não tem princípio, nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio e nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca se debe terminar. Além disso, o círculo dá uma idéia de "elo", de união entre Deus e as pessoas, como uma grande "Alianza".

As ramas verdes: Verde é a cor da esperança e da vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. Bênçãos que nos foram derramadas pelo Señor Jesús, em sua primeira vinda entre nós, e que agora, com esperança renovada, aguardamos a sua consumação, na sua segunda e definitiva volta.

As quatro velas: As quatro velas da coroa simbolizam, cada uma delas, uma das quatro semanas do Advento. No inicio, vemos nossa coroa sem luz e sem brilho. Nos recorda a experiencia de escuridão do pecado. A medida em que se vai aproximando o natal, vamos ao passo das semanas do Advento, acendendo uma a uma as quatro velas representando assim a chegada, em meio de nós, do Señor Jesús, luz do mundo, quem dissipa toda escuridão, trazendo aos nossos corações a reconciliação tão esperada.
Nos domingos de Advento, é de costume que as famílias e as comunidades católicas se reunam em torno à coroa para rezar. A liturgia de coroa, como é conhecida esta oração em torno a coroa, se realiza de um modo muito simples. Todos se colocam em volta da coroa; se acende a vela que corresponde a semana em questão, acompanhando, se possível, com um canto. Logo se lêe uma passagem da Bíblia, própria do tempo do Adevento e se fazem algumas meditações. Se recomenda também levar a coroa para ser abençada pelo sacerdote.

  

domingo, 9 de dezembro de 2012

Calendário de Advento - Dia 09

Símbolos de Natal


Velas
Elas simbolizam Cristo, a luz do mundo, que devemos imitar. É uma tradição nórdica. No início as famílias fabricavam artesanalmente suas velas, usando a cera pura fabricada por abelhas, conservando sua cor natural. A chama cintila, serpenteia, atrai e ilumina nosso ser.



Papai Noel
A origem do Papai Noel é incerta e cercada de histórias. A mais conhecida vem do século IV e fala sobre Nicolas, nascido em 281, que tornou-se bispo de Myra, na Ásia Menor. Conta-se que seus pais tiveram dificuldades para ter filhos, até que nasceu Nicolas. Dando graças pelo fato, eles passaram a distribuir alimentos, roupas e dinheiro aos pobres, até
que vieram a falecer devido a uma epidemia. Nicolas herda a grande fortuna de seus pais, torna-se bispo e continua o trabalho de ajuda aos necessitados. Nicolas viveu na época do Imperador Diocleciano, em Roma, e é representado ainda hoje, na Europa, usando vestes de bispo, com um bastão numa das mãos e um saco de presentes na outra. Morreu no ano de 350 d.C. Passou a ser conhecido por S. Nicolas. À medida que a lenda sobre seus feitos foi sendo passada através das culturas alemã e holandesa, o bispo tornou-se Sinterklass, Saint Nicoleses e finalmente Santa Claus ou Santa Klaus. O Papai Noel é amado pela crianças e respeitado pelos adultos. Papai Noel não pode ser visto pelo prisma científico ou religioso. Ele é mágico. Não é branco, negro ou oriental. É um ser capaz de unir a humanidade em torno de coisas boas: amor, ternura, paz, sentimentos, carinho, gestos.

Ceia Natalina
Ceia é uma reunião festiva entre os familiares e amigos para se comemorar algum evento importante. A ceia natalina é uma reunião ainda mais familiar, íntima e carinhosa, quando afloram nos corações das pessoas os sentimentos mais variados. Haverá a alegria do encontro, a saudade de quem partiu, a presença de um novo membro, mesclando emoções
diversas, pois todos ficam predispostos a se entregar afetivamente, trazendo a mensagem de que Cristo quer renascer no coração de cada um de nós. A tradição nos conta que após a Missa do Galo, celebrada à meia-noite do dia 24, era servida uma refeição frugal aos presentes. Com o passar do tempo essa refeição foi transferida para as casas dos fiéis e tornou-se mais sofisticada. Iguarias deliciosas, assados, bolos, pudins, passas, nozes, castanhas, tâmaras, frutas cristalizadas... se tornaram indispensáveis. Na ceia natalina não falta uma vela acesa, nos lembrando a fé das pessoas em Jesus Cristo, que continua brilhando através dos tempos.