sexta-feira, 27 de março de 2009

Façamos um Brinde às...
Bonecas de Papel


Só quem brincou com as Bonecas de Papel sabe o quanto eram divertidas. E com certeza nunca as esqueceu.
Os tempos passaram, ou melhor, mudaram. Hoje as meninas ficam com os olhos grudados no computador fazendo exatamente a mesma coisa que faziamos, trocando roupinhas de boneca. Só que com um plus a mais.
Com a tecnologia e internet, elas mudam roupas, pintam e cortam cabelos, passam esmalte e glitter nas unhas, escolhem acessórios, e por aí vai.

Brincar estimula a criatividade
As bonecas de papel são brinquedos que estimulam a imaginação e a criatividade, através das amplas possibilidades oferecidas pelo material. As crianças podem facilmente confeccionar novas roupas e acessórios, bom como criar suas próprias bonecas. Além disso, algumas das bonecas trazem complementos que podem ser coloridas pela criança. O fato de ser um brinquedo bidimensional exige que a criança se utilize mais da imaginação. Na verdade, essas bonecas atuam sobre a imaginação da criança como as ilustrações dos livros, estimulando-a sem dar todas as respostas, cabendo à criança completar a criação com seu imaginário próprio.

As bonecas de papel ao longo da história

Bonecas de papel existem desde que existe o papel. Uma cerimônia japonesa de purificação ainda em 900 a.c. já incluía uma figura em um objeto de papel dobrado, semelhante a um kimono que foi lançado ao mar em um barco. Na França, em meados dos anos 1700, surgiu a figura do salt-jaque, um cruzamento entre o fantoche e a boneca de papel, para satirizar a nobreza.

Popularidade
Mas as primeiras bonecas de papel verdadeiras foram encontradas em grandes centros como Viena, Berlim, Londres e Paris. Eram figuras pintadas a mão com trajes criados para o divertimento de adultos ricos . Em 1791, surgiu a boneca inglesa, uma figura jovem, com oito polegadas de altura, guarda-roupa completo de roupas íntima, acessórios para cabelos e seis conjuntos de roupa completos. As bonecas de papel só passaram a ser produzidas em larga escala e para as camadas mais populares no início do século XX, tornando-se uma verdadeira febre nos anos 1900.

Barbie
Alguns esudiosos atribuem ao surgimento da Barbie o declío na popularidade das bonecas de papel na década de 1960. Contudo, na década de 1990, a Barbie era uma das bonecas de papel mais populares entre crianças e colecionadores.

Celebridades
Grace Kally e Marlyn Monroe, Rita Hayworth, Jacqueline Kennedy e marcas como Givenchy, Valentino e Christian Dior. Todos já ganharam versões em papel. As celebridades e as estrelas de cinema, aliás, eram muito populares e retratá-las era muito simples nos anos 1930, 1940 e nos 1950, quando não haviam sido regularizados os direitos de reprodução.

Se bateu uma sensação nostálgica, que tal voltar a ser criança com as bonecas de papel. Não é tão fácil achar bonecas de papel em bancas de revista. Não sei nem se ainda vendem, mas encontrei o blog Bonecas de Papel onde podemos imprimir as cartelas. E melhor ainda, se rasgar é só imprimir de novo. Aqui também tem alguns modelos.
Me deu vontade de sair imprimindo os modelos e começar a brincar. rss

Existem também os sites de jogos de meninas que podemos ir trocando as roupas e penteados: Juju Jogos, Site de Meninas, e o melhor de todos Stardoll - Fama, moda e amigas.

Vamos brincar, meninas!! Aproveitar o Fim de Semana!!

4 comentários:

Magui disse...

Boa lembrança.Eu me lembro que eu tive esta brincadeira e também desenhávamos e fazíamos as nossas.

luluonthesky disse...

Ai q legal eu tive dessas bonequinhas de papel.
Big Beijos

Anônimo disse...

Ah que saudade que me deu rsrs eu adorava brincar com bonecas de papel e inventava moda pra caramba rsrsrs
Adorava fazer roupinhas.
Minha sobrinha brinca muito na net, com as bonequinhas de vestir roupa, mais não tem a mesma graça que as bonequinha de papel.

Bjos bom fim de semana!

Tarci.
Mente Insana

Amanda disse...

Adorava essa brincadeira, tentei passar pra minha filha, mas ela nem ligou.
Beijos
Flymiga Amanda Matos
www.desabafoerecomeco.blogspot.com