quarta-feira, 29 de abril de 2009

Blogagem Coletiva: O Filme da minha Vida

Quando aceitei participar da Blogagem Coletiva do Blog Fio de Ariadne, achei que ia ser fácil escrever. Afinal, amo cinema, sempre que tenho a oportunidade de assistir filmes ali estou eu. Mas escolher um único filme. Essa está sendo a parte dificil. Bem difícil não, mas impossível. No mundo do cinema com os inúmeros filmes maravilhosos como escolher um único.

Vamos falar então de filmes presentes na minha vida.

E o Vento Levou... - Sinopse Clique Aqui
Um clássico né? Não sei explicar a ligação dele comigo, mas é um filme emocionante. Já assisti inúmeras vezes, já sei a história de trás pra frente, mas sempre parece a primeir vez e não tem como não me emocionar e chorar todas as vezes.


Dirty Dancing, Ritmo Quente
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Sinopse Clique Aqui
Esse poderia ser o eleito. Filme que tenho em casa e só não assisto mais porque meu marido não cosnegue entender o que vejo de tão lindo nele. Sabe aquela coisa de paixão inexplicável? Assim me sinto por ele.


Dívida de Sangue - Sinopse Clique Aqui
Uma vez assisti o filme de madrugada na TV, demorei anos para lembrar o nome. Ele fez parte da minha vida, porque queria assisti-lo novamente e não sabia qual era o filme. Eu brincava que era a personagem 'Cat Ballou'. Um western com Jane Fonda, que a pessoa certinha se transforma numa fora-da-lei.


Até hoje me vejo como personagem de filme fora da minha realidade. Um mulher fazendo algo que as outras não fariam. Coisa de adolescente?? Então serei uma eterna adolescente.
Poderia aqui fazer uma lista de filmes que fizeram parte da minha vida. Cada um com seu pedacinho. Cada um com uma historia relativa a ele.

Fui ver 'A mulher do Tenente Francês' escondido no cinema. E morri de vergonha quando vi minha tia no cinema também. Lembro do episódio mas não lembro nem do que se trata o filme.
Outra curiosidade é que, sempre gostei de filmes clássicos da década de 40, 50 e 60. Uma vez passando na TV o filme 'Gigi' minha mãe me viu assistindo e mandou eu desligar a TV que aquele não era filme pra eu assistir. Fiquei com isso na cabeça achando que era um filme impróprio. Até o dia que encontrei o filme na locadora e peguei pra assistir. Ri sozinha durante vários pedaços do filme. Acho que não era pra eu assistir simplesmente por causa que ela seria educada pra ser uma cortesã.

Filmes e música, marcam a nossa vida em vários momentos e
conforme o momento que vivemos. Não tenho como eleger um só.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Filme: Sim, Senhor

Sinopse: Jim Carey é Carl Allen, empregado de um banco americano que após ter sido largado por sua esposa, não consegue aceitar mais nada em sua vida, dizendo não a tudo e a todos, principalmente a seus melhores amigos.

Certo dia, Allen encontra com um ex-colega de trabalho, Nick, que lhe dá um panfleto sobre um evento chamado “Yes”, onde as pessoas mudam completamente de vida ao dizer sim para tudo. Relutante, porém, vendo as circunstâncias em sua vida, Carl vai ao evento e a partir de lá não vai mais conseguir dizer não para nada (literalmente), o que irá mudar completamente sua vida e nos proporcionar muita diversão com as inusitadas situações vividas por seu personagem.

O filme é baseado em livro de Danny Wallace, um jornlista e produtor britânico que, durante 6 meses, respondeu sim a toda e qualquer questão ou proposta que lhe foi feia, anotando os resultados.

Se inspirando no filme a repórter Cida Alves, do jornal A Gazeta, passou a aceitar tudo que lhe era oferecido ou condicionado durante uma semana. A idéia, como no filme, era não deixar novas oportunidades escaparem.

Ao mesmo em que o "sim" foi o maior inimigo do seu bolso, dieta e agenda, ele também lhe reservou gostosas surpresas das quais se privava por pura preguiça ou mania de dizer 'não'.

Alguns depoimentos de Cida:

Para ficar mais um pouquinho

"Convite de festa com os amigos nunca fui de recusar mesmo. Assim como não recuso uma carona que me poupe o dinheiro do táxi - ainda mais depois do preju com a batida do meu carro. Mas na festa a qual fui num sábado desses, a pergunta "fica um pouco mais" sempre vinha depois do sim dado para uma carona. E assim as caronas foram indo, e eu ficando. Até que, enfim, alguém resolveu acabar com a festa quando ainda sobrava uma última caroninha para me deixar em casa. Mas, mesmo que eu tivesse que pegar um táxi, valeram a pena as horinhas a mais com quem não via há bastante tempo."

Para o paladar e a balança.

"Impressionante a quantidade de coisas de comer que nos oferecem durante um dia. De uma pessoa que não vê a menor graça em doces , passei a ser uma mulher com a bolsa cheia de chocolates e balas. Aceitei os 19 chicletes que me ofereceram. Uns com cores e formas inacreditáveis - além de tanto açúcar, que me deixava tonta. No restaurante, a pergunta fatal da menina do caixa se repetia todos os dias, para meud esespero: "Mais alguma coisa?". Respondia sim ainda pensando no que poderia pedir. "Um bombom", escolhia. A moça do caixa não tinha dó de mim. "Leva dois. Assim completa R$ 10,00". Em todos os almoços paguei mais e levei o que não queria. Por outro lado, reforcei minhas amizades. Passei a adoçar a vida dos coelgas de trabalho distribuindo chocolate pela redação."

Para salvar o tédio

"Nas minhas últimas horas de refém do "sim", num domingo no qual ameaçava cair toda a chuva deste mundo, meu telefone toca quando estou tirando uma deliciosa soneca: "vamos sair para tomar alguam coisa?" Em uma situação normal, perguntaria a minha amiga do outro lado da linha em qual país ela estava que não ouvia as trovoadas lá fora. Mas eu apenas disse: 'sim'. E tive uma tarde mais deliciosa que minha soneca - olhando o mar, batendo papo, tomando sorvete de danoninho e vendo a chuva que ameaçava cair ficar apenas na promessa. Acho que para se redimir de tudo o que tinha me aprontado até então, o 'sim' me salvou de mais um domingo entendiante em casa."

Para ter disposição.

"Em algumas manhãs, quando o corpo pedia 'pelo amor de Deus' por mais meia horinha de sono, levantei às 7 horas para caminhar na praia, a convite de uma prima. Confesso que a vista do mar e a sensação breve de não ser mais uma sedentária fizeram pensar em dizer 'sim' a esse convite mais vezes. Ainda estou pensando."

Para abrir o bolso.

"Outra série: o sim é um risco para as finanças. Emprestei dinheiro sem nem saber para quê - e ainda não recebi de volta - e dei esmolas como ninguém. Pelo menos a providência divina agui a meu favor, e as moças que vivem me ligando oferecendo milhares de cartões de crédito não deram as caras na semana do 'sim'. Ufa!!

Apesar do filme ser muita ficção e pensar que tudo em exagero é demais. Podemos tirar umas lições sobre isso. Todos nossos atos tem consequências, algumas boas outras ruins. As vezes por medo ou por acomodação deixamos passar oportunidades únicas. Mas também devemos saber quando dizer não.

Mas o difícil é saber o momento. Porque as vezes numa situação que achamos que deveríamos dizer não, algo que acontece para mudar nossa vida.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Façamos um Brinde à...
Solidariedade

O melhor produto da região

Um fazendeiro conseguia ganhar todas as medalhas do ministério da Agricultura, porque seu milho era de excelente qualidade. Intrigado, um jornalista resolveu ir até o lugar onde ele morava, pensando em escrever uma grande matéria sobre o segredo de tamanho sucesso.

Ali chegando, perguntou o que fazia para sempre produzir o melhor produto da região.

- Muito simples - respondeu o fazendeiro. - No final da colheita, separo uma boa parte dos grãos, e disribuo enre odos os meus vizinhos.

O jornalista ficou surpreso:
- Distribuir aquilo que colheu? Será que o senhor não entende que os seus vizinhos também vão ser seus concorrentes, e estão querendo produzir mais?

- Será que o senhor não compreende que tudo é uma coisa só? - retrucou o fazendeiro. - Na primavera, o vento traz o pólen, e espalha por todo o lugar. Se meus vizinhos plantarem algo ruim, minha colheita será também afetada. Para ter o melhor produto da região, preciso fazer com que os campos ao lado mantenham a mesma qualidade.

"Não posso fazer nada de bom na vida,
se não estimular os outros a fazerem o mesmo".

sábado, 18 de abril de 2009

Cinco coisas sobre...
Batom

1. O costume de colorir os lábios vem do Egito, desde 5 mil A.C., quando as mulheres dos faraós utilizavam elementos naturais, como óxido de ferro vermelho, para dar um colorido à boca.


2. A palavra batom, no português, vem do francês 'bâton', que significa bastão cilíndrico comprido e redondo. Na língua francensa, batom é 'rouge à lèvres'.

3. O uso do batom foi proibido em muitos países durante décadas porque era considerado hábito de mulheres mal intencionadas, que o utilizavam para seduzir e manipular os homens. Até o século XVIII, o parlamento inglês proibia as mulheres de o utilizarem.

4. Em 1921, o batom ganhou o formato atual de bala e estojo e começou a ser comercializado em Paris. Sua popularidade se firmou a partir da década de 30, com o desenvolvimento da indústria cosmética e a utilização da maquiagem como marca de feminilidade no cinema americano.

5. Hoje eles se desenvolveram e ganharem diversos formatos, texturas e materiais. Podem ter sabor, cor, cheiro, protetor solar, brilho além de diferentes tipos de aplicação, como bastão, lápis e líquido.

(Fonte: Revista.AG, encartado no Jornal A Gazeta, ES. Autor: Carol Scolforo)

terça-feira, 14 de abril de 2009

Dia Internacional do Café

Cinco coisas sobre...
Café

1. Entre as lendas sobre a origem do café, a mais aceita conta que, por volta do século III d.C., um pastor de cabras na região de Kaffa, na atual Etiópia, percebeu que suas cabras ficavam alegres e com maior vivacidade quando comiam o fruto do cafeeiro. O próprio pastor experimentou e se sentiu revigorado. Monges da região ajudaram na difusão da bebida para outras localidades.

2. A palavra 'café' vem do árabe 'qahwa', que significa vinho. Os árabes foram os primeiros a cultivar cafezais, além de serem os pioneiros no hábito de beber café. Daí surgiu o nome da espécie 'Café Arábica' e a razão pela qual a bebida foi chamada de 'Vinho da Arábia' pelos europeus.

3. O consumo da bebida na Europa foi consolidado pela criação das cafeterias, durante o final do século XVII e o século XVIII, que serviam também de ponto de encontro e conversa nas cidades.

4. O café chegou ao Brasil no ano de 1727, vindo da Guiana Francesa. Hoje, o país é o maior produtor do grão e o segundo maior consumidor, atrás apenas dos EUA.

5. Os portugueses achavam os primeiros expressos muito amargos, então uma cafeteria criou o slogan 'Beba Isso Com Açúcar', para contornar o problema. A campanha deu certo e as iniciais de cada palavra deram irogem à palavra 'BICA', que passou a ser sinônimo de cafezinho no país.

(Fonte: Revista.AG, encartado no Jornal A Gazeta, ES. Autor: Carol Scolforo)

domingo, 12 de abril de 2009


sábado, 4 de abril de 2009

Cinco coisas sobre...
Canivete Suiço

1. Sabendo que o exército da Suíça importava canivetes da Alemanha, o suíço Karl Elsener t
eve a idéia de abrir sua própria fábriva, em 1884. Os seus primeiros canivetes Victorinox foram entregues aos soldados suíços em outubro de 1891.

2. Para ampliar o negócio e atrair utilizadores mais refinados, Elsener aperfeiçoou o canivete e, assim, surgiram os modelos com ferramentas: abre latas, chave de fenda, punção e saca rolhas, serrote, alicate, abre garrafas, palito de dentes, pinça, gancho de pesca, lente de aumento e até uma pequena bússula.

3. O canivete suíço popularizou-se depois da Segunda Guerra Mundial, com as unidades militares americanas. Hoje, a linha para oficiais tem 100 diferentes combinações.

4. E a ferramenta não parou no tempo. O canivete suíço da Victorinox agora também tem a versão com flash drive de 16GB para você gravar os seus arquivos. Além disso, ele também tem uma caneta e uma mini lanterna LED.

5. A fábrica Victorinox também desenvolveu um modelo feminino de canivete. É o 'Miss Army Kit', que foi pensado para as necessidades femininas do dia a dia. Ela tem lixa para as unhas, tesoura, espelho, caixa para comprimidos, frasquinho para perfume, agulha e linha, corrente para chaves e, claro, um canivete. Nas cores rosa, branco ou laranja, mede apenas 9cm e pode fazer a diferença numa mala, no carro ou no local de trabalho.

(Fonte: Contribuição de tatiana Arruda para a Revista.AG, encartado no Jornal A Gazeta, ES.)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

1º de Abril - Dia da Mentira

Tudo começou no século 16, com a mudança para o calendário gregoriano, que trocou a comemoração do Ano Novo para 1º de janeiro (antes era comemorado entre 25 de março e 1º de abril, o primeiro dia da primavera na Europa). É claro que, no início, a confusão foi geral, já que os meios de comunicação ainda não existiam. Não havia rádio, televisão, nem mesmo jornal, pois a invensão da imprensa só aconteceu muitos anos depois.
O dia 1º de Abril ficou conhecido como o Dia da Mentira, por força das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilariedade. Surgiram, então, as brincadeiras (que os franceses denominavam de plaisanteries) em todo o mundo, como a da carta que se mandava por um portador destinada a outra pessoa, na qual se lia: Hoje é primeiro de abril. Mande este burro pra onde ele quiser ir.
Eram distribuidas cartas convidando amigos para assistirem ao enlace matrimonial de pessoas que nem sequer se conheciam, mencionando a igreja, o dia e a hora em que seria celebrado o suposto casamento.
Vejamos alguns primeiros de abril pregados pela imprensa mundial, conforme relata a revista Isto É, de 08/04/1998:
1. A África do Sul comprou Moçambique por US$ 10 bilhões. O anúncio do negócio fora feito na Organização das Nações Unidas pelo presidente sul-arfricano Nelson Mandela. Deu no jornal Star, de Johennesburgo.
2. A Rádio Medi, de Tânger, no Marrocos, noticiou que o Brasil iria participar da Copa do Mundo porque o dinheiro da seleção seria usado na luta contra o incêndio em Roraima.
3. A minúscula república russa Djortostão declarou guerra ao Vaticano. Motivo: arrebatar o título de menos Estado da Europa. Para tanto, ele teria doado 6 metros quadrados de seu território a uma república vizinha. Isso tudo de acordo com o jornal Moscou Times.
4. Diego Maradona, ex-capitão da seleção argentina de futebolm é o novo técnico da seleção do Vietnã. Deu nos principais jornais vietnamitas.
5. Ao deixar o Senegal, o presidente americano Bill Clinton seria acompanhado de uma comitiva formada pelos primeiros 50 senegaleses que fossem à embaixada para pedir visto de entrada nos EUA. Assim informou o jornal Le Soleil, do Senegal. Centenas de Senegaleses acreditaram na mentira e correram para a embaixada americana.
Noticiando o falecimento de Maurício Fruet, ex-prefeito de Curitiba e ex-deputado federal, a revista Isto É, de 09/09/1998, informou que ele era considerado o parlamentar mais brincalhão e espirituoso que passara pela câmara dos Deputados. Um exemplo: convocou uma falsa reunião de todo o secretariado do então governador Roberto Requião no dia 01/04/1990 (havia 15 dias que Requião tomara posse). Os Secretários, sem entender nada, passaram toda a madrugada no palácio Iguaçu. De manhã. Fruet fez chegar a informação de que era um trote do Dia da Mentira. Tudo faz crer que as brincadeiras, originárias das plaisanteris francesas, continuem sempre a existir, graças à eternidade das manifestações folclóricas no mundo inteiro.
Mas tentei procurar alguma piada, brincadeira ou quadrinho pra colocar aqui e não achei nada realmente ingraçado para todos. Porque, sendo nos quadrinho ou nas piadas, sempre o que cai passa por uma situação ou constrangedora ou de aflição.
Nesse exemplo ao lado, ainda uma criatura sofreu mais ainda.

Também gosto de brincar, mas temos que saber distinguir as inocentes brincadeiras com algo que vai prejudicar ou magoar alguem.


Divirta-se com Moderação!!

E um divertido

1º de Abril