segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Que fonte segura!
(Max Gheringer para a rádio CBN)

Existem pessoas que realmente sabem dar respostas sábias às grandes questões sobre o mercado de trabalho.
Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o famoso Reynold Remhn:

Pergunta : Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho.

Segunda pergunta : O profissional do futuro será um individualista?
Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar-se.

Terceira pergunta : Que conselho o Sr. dá aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?
Resposta: É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.

Quarta pergunta : E para os funcionários que tem Chefes centralizadores e perversos?
Reposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.

Última pergunta: O que é exatamente sucesso?
Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.

Belas e sábias respostas. Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Reynold Remhn. Eu o inventei. Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram retiradas de um livro escrito há 2.300 anos: o ECLESIASTES, Bíblia. Mas, se eu dissesse isso logo no começo, muita gente, talvez, nem tivesse interesse em continuar me ouvindo (lendo).

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A Chuva

Havia passado o dia inteiro com sua mãe, numa grande loja. Essa bela ruiva, com rosto sardento, clara imagem da inocência, não devia ter mais do que 6 anos. Quando se dispunham a abandonar a loja, estava chovendo canivetes. Aquela chuva que, de tão forte, você consegue ver a distância entre um pingo e o outro... nem sequer consegue ver quando cai no chão...
Todos ficamos em frente à porta, protegidos da chuva. Estávamos aguardando, alguns pacientemente, e outros irritados, porque a natureza estava estragando a sua pressa rotineira.
Sempre gostei de chuva. Fico olhando para os céus, lavando a sujeira e a poeira deste mundo. E ao mesmo tempo, as lembranças da infância correndo embaixo da chuva, são bem-vindas como um jeito de aliviar todas as minhas preocupações.

A voz dessa pequena era tão doce que me tirou da minha hipnose, com esta inocente frase: "Mamãe, vamos correr na chuva! Mamãe... Mamãe, vamos correr na chuva!"

"Não querida... Vamos esperar que a chuva pare", respondeu a mãe pacientemente...

A menina aguardou mais um minuto e repetiu: "Mamãe, vamos correr na chuva!"

"Mas se o fizermos, vamos ficar encharcadas..."

"Não mamãe, não vamos nos molhar. Não foi isso que você disse hoje ao papai." Foi a resposta da menina, enquanto falava segurando no braço da mãe...
"Nesta manhã? Quando eu disse que podemos correr na chuva e não nos molharmos?"
"Você não se lembra? Quando você falou com o papai sobre o câncer dele, você disse que se Deus faz com que possamos passar através disso, podemos atravessar qualquer coisa".
Todos ficamos em silêncio absoluto. Eu juro que não se ouvia nada além da chuva. Ficamos em pé, silenciosamente. Ninguém entrou nem saiu da loja nos minutos que se seguiram.
A mãe parou para pensar por um momento sobre o que deveria responder. Esse era um momento crucial na vida daquela garotinha, um momento em que a inocência e a confiança podiam ser solidificadas, para que, no futuro, pudessem florescer numa fé adulta inabalável...
"Meu amor, você tem razão. Vamos correr na chuva. E se Deus permite que fiquemos encharcadas, é porque Ele sabe que precisamos duma lavadinha"... E saíram correndo...
Todos nós ficamos olhando para elas, rindo enquanto iam correndo pelo estacionamento, pisando em todas as poças d’água. É claro que ficaram encharcadas, mas não foram as únicas... Alguns as seguiram, rindo como crianças, enquanto iam até os seus carros.
É verdade, eu também corri. E também é verdade que fiquei encharcada... certamente Deus achou que eu precisava de uma lavadinha. As circunstâncias ou as pessoas podem nos tirar as nossas posses materiais, podem levar o nosso dinheiro, e podem levar a nossa saúde. Mas ninguém pode nos tirar as posses mais valiosas: NOSSAS LEMBRANÇAS!
Então não esqueça de tirar tempo e de ter uma chance para se encher de lembranças a cada dia.
"Cada lembrança é um tijolo que constrói a minha vida". Tire, às vezes, um tempinho para correr na chuva! TIRE UM TEMPO PARA VIVER!
Às vezes, Deus quer lhe dar uma “encharcadinha”. Mas jamais vai lhe deixar sozinha(o). E se Ele permite que você passe por tormentas em sua vida... tenha a certeza de que também vai passar por esta, e a outra, e a próxima...
Após cada uma delas, você vai ver de novo o Seu amor em cada arco-íris.

(Autoria do texto desconhecida.)


Eu estava procurando algo pra colocar aqui. Conversei com um amigo meu e até falei pra ele que se escrevesse algo livre ia acabar reclamando das coisas, do serviço. Até que lendo os e-mails de uma amiga que envia mensagens de Natal achei esse texto.
Ele retrata um pouco do que estou vivendo. Não estou com doença na família, mas estou passando por dificuldades em levar meu novo cargo adiante. Tento não reclamar, mas as vezes é inevitável.
Sei que quando passar por essas dificuldades vou estar mais fortalecida e crescida. Mas as vezes não sei se sou capaz de esperar isso acabar. Peço sempre ajuda a Deus, para que me dê forças pra superar as necessidades. Sei que só Ele pode me ajudar.
Então compartilho esse texto com todos.

Beijos